Saúde e Bem estar

Tudo sobre a Menopausa (Idade e Sintomas da Menopausa)

 

          A menopausa é definida quando a mulher passa um ano sem menstruar, segundo a visão dos médicos. Na menopausa, os ovários produzem menos hormônios femininos, como estrogênio e a progesterona.

           A principal mudança da menopausa é que a mulher passa a não poder mais engravidar.

 

           A menopausa não acontece de um dia para o outro, mas é um processo. Alguns anos dela acontece a mulher passa a ter um declínio da fertilidade e algumas oscilações nos níveis hormonais. Algumas alterações de humor são tidas como consequências diretas da menopausa, ainda que não há nada comprovado a respeito disso.

Qual é a Idade da Menopausa?

           Não existe uma idade exata para ocorre a menopausa. As estatísticas apontam que ela ocorre entre 45 e 55 anos da mulher. A idade média é considerada 51 anos. Entretanto, ela pode ocorrer mais cedo do que isso, depende muito do organismo da mulher, pois cada mulher é diferente.

           As mulheres fumantes tem a menopausa anos antes das não fumantes.

 

           Tratamentos de câncer, como a quimioterapia e a radioterapia, podem acelerar o aparecimento da menopausa, causando a chamada menopausa precoce. A cirurgia de remoção dos ovários também pode causar menopausa precoce.

A menopausa pode engordar?

          As mudanças hormonais causam um leve ganho de peso em algumas mulheres. Este ganho acontece em torno do abdômen, e não nos quadris ou coxas. Fazer exercícios e praticar um controle de alimentação é fundamental em todas as idades da vida. Na menopausa, com todo tipo de desregulamentação hormonal, é mais importante ainda.

Menopausa causa depressão?

          Não há nenhum indício que a menopausa cause depressão. O que podem existir são sintomas de depressão que coincidem om o período da menopausa, mas que tem origem em outras causas, que não a menopausa.

Tratamento para Menopausa

          Os sintomas associados a menopausa podem ser bastante incômodos. Há diversos tratamentos para aliviar os sintomas incômodos da menopausa. Existem diversos remédios, além de plantas e outras terapias naturais. Já foi comprovada a eficácia de ervas terapêuticas para aliviar a menopausa.

          Cada mulher é diferente, portante o melhor tratamento pode variar. Uma das opções é a Terapia de Reposição Hormonal, que substitui os hormônios dos ovários, um tratamento bastante eficaz contra os sintomas da menopausa.

 

 

 

Geração Saúde

 

 

                 Alguns anos atrás, os adolescentes costumavam praticar esportes na rua, na escola e nos clubes. Hoje, cada vez mais, eles se deixam atrair pelas academias que, de olho no filão, oferecem programas específicos para jovens. Os especialistas julgam essa busca positiva, uma vez que é uma contrapartida ao hábito alimentar à base de fast-food e ao sedentário computador com seus jogos.

          Porém, pais e jovens devem ficar atentos quanto aos riscos envolvidos.

          Com o corpo do adolescente ainda em formação, ele fica inseguro com respeito à própria aparência. Muitos acham que o corpo já definiu sua silhueta e ficam desesperados querendo mudar a situação. Para isso, às vezes, recorrem aos exercícios com pesos nas salas de musculação, praticando excessos. A maioria das garotas almeja ter o corpo como o das famosas modelos. Diante disso, é preciso haver orientação adequada e bem criteriosa quanto à forma de se exercitar, especificamente no caso da musculação, visando à harmonia integral e boa postura do corpo.

          Ao frequentar academias, o adolescente deve cuidar para não criar obsessão. Garotos que se tornam obsessivos na prática de musculação acabam se tornando suscetíveis a um transtorno psíquico conhecido como vigorexia. Apesar de musculoso, o rapaz se olha no espelho e acha que está flácido. Isso leva ao ganho exagerado de massa muscular e à tentação dos anabolizantes. O contrário disso – a obsessão de perder peso – não é menos perigoso. Já não são raros os casos de meninas jovens que morrem escravizadas por dietas para perder peso, em que se inclui a utilização de laxantes, diuréticos e o vômito autoinduzido. Elas são as maiores vítimas da obsessão pela magreza.

           Os jovens estão frequentando a academia de ginástica cada vez mais cedo. Isso é bom, desde que haja orientação.



Adriana Couto Gabriel de Almeida

Enxaqueca

 

      Pergunta: Desde a infância, sofro de dores de cabeça muito fortes, que meus pais dizem ser enxaqueca. Como minha mãe tem dores semelhantes, gostaria de mais informações a respeito dessa doença.

     Resposta: A enxaqueca, também conhecida como migrânea, é uma síndrome dolorosa. Tem como característica principal a dor de cabeça, em geral de um lado só, mas que pode mudar de lado em outras crises. Trata-se de dor pulsante de média a alta intensidade, podendo ser acompanhada de náuseas ou vômitos. É uma dor de cabeça
diferente em forma e intensidade das outras dores de cabeça. A pessoa pode apresentar ainda intolerância à luz, som alto, cheiro ou movimentos na crise de dor.

          Alterações visuais (vista embaçada, vaga-lumes), sensações de cheiro e fraqueza costumam preceder as crises, eventos chamados de “aura”. Assim que a vista começa a voltar ao normal, ou passa o cheiro, a dor de cabeça propriamente dita começa a se instalar.

          A doença é mais frequente entre as mulheres e muito relacionada à herança genética. Até pouco tempo atrás, acreditava-se que a dor estivesse ligada com a dilatação dos vasos sanguíneos do cérebro, mas hoje acredita-se que ela ocorra em função de um distúrbio da química neuronal.

          Em geral, o tratamento da enxaqueca consiste de medidas preventivas e tratamentos medicamentosos para as crises. São recomendáveis para reduzir a incidência: relaxamento físico e mental; sono tranquilo de oito horas por noite; alimentos saudáveis; horário rotineiro; ambiente silencioso; exercícios diários para aliviar as tensões.

          Aos primeiros sintomas, o paciente deve tomar medidas que possam suavizar o fator desencadeador, como: massagem cervical; uso de compressas frias, mornas ou
quentes; repouso (em geral, uma ligeira soneca pode ajudar); evitar ambientes ruidosos, movimentados, com cheiros fortes ou com muitas pessoas.

          Como as crises tendem a ser intensas, o tratamento costuma incluir medicamentos analgésicos (via oral ou injetáveis). As drogas vão desde a dipirona, até anti-inflamatórios, passando por algumas específicas, como naratriptano. Em crises frequentes (acima de três a quatro por mês), passa-se a usar medicamentos preventivos, como betabloqueadores, flunarizina e amitriptilina. O uso de medicamentos, no entanto, deve ser orientado por um neurologista ou um clínico geral, pois a escolha precisa levar em conta o paciente e o histórico familiar e da doença.


Dr. Elmer Lima – Clínico Geral e Cirurgião


ESTRESSE: Conheça este inimigo

 

          Dentre as várias definições, o estresse pode ser considerado uma reação física a determinadas questões da vida capazes de alterar o equilíbrio interno do indivíduo. Está ligado a quatro sistemas do organismo humano, o esquelético muscular, o imunológico, o gastrointestinal e o cardiovascular. A reação física pode ser determinada pelo cansaço (físico e psicológico), gripe, gastrite, dores no peito, palpitações, e outras manifestações clínicas.

          De acordo com o cardiologista Dr. Antônio Carlos Pereira Barretos, o principal fator que provoca o estresse é a sobrecarga no trabalho (acúmulo de tarefas), e a falta de organização e capacidade de distribuir as tarefas e funções. Os problemas considerados sem solução que as pessoas têm no dia a dia, também levam ao estresse. "O ideal é quebrar a rotina fazendo outras atividades ou exercícios físicos nas horas de lazer", aconselha o Dr. Barretos. Além do lazer, o Dr. Barretos fala que uma alimentação balanceada, rica em carboidrato e proteína, e pobre em gordura ajuda a prevenir o estresse. A gordura também pode causar outros malefícios para nosso organismo, principalmente para quem não pratica nenhuma atividade física. Doce deve ser evitado, só ingerido de vez em quando. O faste-food e as frituras devem ser substituídos por pratos leves, como frango acompanhado de salada, por exemplo.

          Agitação, insônia, descontentamento com as questões do dia a dia, péssimo desempenho no trabalho e dificuldade para resolver simples problemas podem ser sintomas de um estressado. Segundo o Dr. Barretos, o especialista sempre ajuda, pois o psicólogo e o psiquiatra levam as pessoas a encontrar um caminho para a resolução de problemas. Mas vale lembrar que, para evitar uma consulta a um especialista, tentar se organizar identificando e resolvendo os problemas por etapas é outra saída.

          Entretanto, é necessário explicar a questão do estresse visto como uma doença. O Dr. Barretos afirma que só é caso de doença se o estresse estiver somado a outros fatores de risco, como cigarro, sedentarismo ou má alimentação, podendo então provocar distúrbios cardiológicos. Além disso, como já foi citado, pode causar manifestações clínicas, como gastrite (devido à falta de apetite), dores no peito, palpitação (provocada pela descarga de adrenalina), e outras.

          A estatística do estresse no Brasil é uma questão complicada, por não haver dados precisos. Sabe-se que o perfil que ainda lidera é o homem executivo, mas com o aumento de mulheres no mercado de trabalho, cresceu também o número de mulheres que sofrem do mal.

          Todo tratamento, incluindo a duração e exercícios recomendados, varia de acordo com cada caso e com o nível de estresse apresentado pelo indivíduo. Segundo a Dra. Rebeca, há grande discussão sobre os exercícios ideais. Para ela, as atividades aeróbicas - caminhada, corrida, natação e bicicleta são mais eficazes. Mas há também um acompanhamento terapêutico, com técnicas de relaxamento, respiração, yôga, meditação, dança, e outras. "A atividade indicada depende das condições de cada paciente. Existem pessoas que conseguem se desligar mais facilmente dos problemas do que outras", fala a psicóloga.

          Além do tratamento terapêutico, há a psicoterapia na qual agem em parceria o médico e o psicólogo, para os casos mais complexos. O uso de medicamentos deve ser sempre indicado por um especialista e também varia de acordo com cada caso, podendo ser tranquilizantes, antidepressivos, etc. "O tratamento para o estresse visa equilibrar relaxamento e preocupação. Os sintomas podem voltar dependendo das questões do dia a dia do indivíduo. Para isto, há uma reorientação", explica a Dra. Rebeca.

          Prevenir o estresse não tem nenhum segredo, basta que se tenha uma boa qualidade de vida social, sabendo conciliar a tensão da rotina de trabalho, as horas de lazer e as atividades físicas.

 

Dr. Antônio Carlos Barretos e Dra. Rebeca Santos


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